Masandi

Oficina de gravura e estampa: do ajuste do prelo à tiragem numerada

Masandi reúne notas de oficina sobre gravura sobre metal, sobre linóleo e sobre madeira. Interessa-nos o que acontece entre o momento em que a matriz fica pronta e o momento em que a folha seca sai de baixo do peso: a regulação dos cilindros, a espessura do verniz, os minutos de banho, a força com que se limpa a chapa, a água que o papel recebe antes de entrar no prelo.

Os textos foram escritos para quem trabalha com as mãos e quer perceber a razão de cada gesto, seja numa oficina partilhada em Lisboa ou no Porto, seja numa mesa improvisada em casa com uma colher de madeira em vez de um torno. Não há receitas fechadas: há variáveis, tolerâncias e sinais a que vale a pena prestar atenção.

01

O prelo não imprime: transfere. Toda a regulação existe para controlar o modo como o papel entra dentro do sulco.

O prelo calcográfico e a regulação da pressão

Um torno de gravura é, na sua essência, um plano de aço que corre entre dois cilindros. A matriz assenta na platina, o papel húmido pousa sobre ela, os feltros cobrem tudo e o cilindro superior obriga o papel a descer até ao fundo dos sulcos entintados. Nada disto depende de velocidade: depende de pressão constante e de um deslocamento sem solavancos.

A pressão regula-se pelos dois parafusos que sustentam o cilindro superior, e a primeira regra é que ambos devem descer em partes iguais. Um lado mais apertado do que o outro dá estampas com mancha desigual, com um bordo mais forte e outro esbatido, e a longo prazo desalinha o eixo. Quem trabalha sozinho ganha tempo se marcar a lápis, na lateral do prelo, os pontos de referência para as espessuras de matriz que usa com frequência.

Os feltros fazem metade do trabalho. O conjunto habitual tem três: um mais fino junto ao papel, chamado no meio da oficina «de contacto», e dois mais espessos por cima. Feltros com vinco, com cola seca ou endurecidos pela humidade deixam marcas que aparecem em todas as provas seguintes; lavados à mão em água tépida e secos deitados, duram anos.

Sinais de que a pressão está mal regulada

  • A chapa fica com um relevo cortante nos bordos e o papel rasga junto ao bisel — pressão excessiva.
  • O sulco não devolve toda a tinta e a linha sai cinzenta e interrompida — pressão insuficiente ou papel pouco humedecido.
  • A mancha é mais escura de um lado do que do outro — cilindro desnivelado.
  • Aparecem linhas paralelas no fundo branco — vinco ou sujidade nos feltros.
  • A estampa desloca-se durante a passagem — arranque brusco da manivela.

Para a gravura em relevo — linóleo e madeira — a lógica inverte-se: a tinta está no plano mais alto e não no sulco, por isso a pressão útil é muito menor e o papel pode ser usado seco. Quem imprime relevo no mesmo torno costuma reduzir os parafusos e substituir um dos feltros por uma cartolina lisa, para não afundar o papel nas zonas rebaixadas.

Cilindros de um prelo de oficina com um filete de tinta laranja aplicado à espátula antes da impressão
A tinta é aberta em filete e distribuída até formar uma película uniforme; o ruído do rolo sobre a mesa indica quando a camada está pronta. Imagem editorial de oficina de estampa.

02

A técnica não se escolhe pelo resultado imaginado, mas pelo tipo de linha que a mão consegue sustentar.

Cinco técnicas e o traço que cada uma produz

As diferenças entre gravura a buril, água-forte, ponta-seca, linogravura e xilogravura não são apenas de material. Cada processo impõe uma velocidade de trabalho, uma relação diferente com o erro e um limite próprio de tiragem.

Talhe-doce, ou gravura a buril

O buril corta o metal e retira uma apara contínua. A ferramenta é empurrada com a palma da mão, a chapa gira sobre uma almofada de areia e a linha ganha a sua forma característica: começa fina, engrossa onde o corte é mais profundo e termina em ponta. É a técnica mais exigente em treino e a mais estável na impressão, porque o sulco é limpo e não tem rebarba.

Água-forte

Aqui a mão não corta o metal: abre o verniz que o protege. O desenho faz-se com uma ponta fina sobre uma camada de verniz duro e é o ácido que escava. Isto liberta o gesto — desenha-se quase com a leveza de um lápis — e transfere a dificuldade para o controlo dos tempos de banho.

Ponta-seca

A ponta risca directamente a chapa e levanta uma rebarba lateral que retém tinta e devolve uma linha aveludada. É essa rebarba que dá o encanto da técnica e também o seu limite: cede com a pressão dos cilindros e, ao fim de algumas dezenas de provas, o traço perde veludo. Tiragens curtas e numeração honesta fazem parte do processo.

Linogravura

No linóleo corta-se com goivas o que deve ficar branco. O material é homogéneo, não tem veio e aceita curvas em qualquer direcção, o que explica a sua presença em oficinas de iniciação. Aquecer ligeiramente a placa torna o corte mais macio; em contrapartida, o linóleo envelhece, fica quebradiço e não gosta de frio.

Xilogravura

A madeira devolve o veio ao desenho. Cortada ao fio, a placa exige acompanhar a direcção da fibra e dá manchas amplas com textura visível; cortada de topo, com madeira dura, permite linhas muito finas e tiragens longas, à custa de ferramentas afiadas e de placas caras. Em ambos os casos, o gesto é subtractivo e definitivo: o que sai não volta.

03

Quase todos os defeitos de fundo que aparecem na prova já existiam na chapa antes do primeiro traço.

Preparação da matriz antes do primeiro traço

Uma chapa de cobre ou de zinco chega da serralharia com bordos vivos e com uma película de gordura industrial. Os bordos vivos cortam os feltros e rasgam o papel; a gordura impede o verniz de aderir e deixa nuvens de tinta que não saem com a limpeza. Por isso a preparação começa sempre pela lima e pela desengorduragem.

O bisel faz-se a cerca de quarenta e cinco graus, com lima meia-cana, passando depois uma lixa fina e o brunidor até o bordo reflectir a luz sem arestas. Um bisel bem feito distingue-se ao tacto: a unha corre sobre ele sem prender. Nos cantos, o arredondamento é ainda mais importante do que nos lados.

A desengorduragem clássica usa uma pasta de carbonato de cálcio com algumas gotas de amoníaco, esfregada com algodão e enxaguada em água corrente. A chapa está limpa quando a água escorre em folha contínua, sem se agrupar em gotas. A partir desse momento trabalha-se com a chapa pelos bordos — uma impressão digital é gordura suficiente para estragar uma água-forte.

No linóleo e na madeira, a preparação é outra: importa nivelar a superfície, eliminar irregularidades com lixa fina e, sobretudo, transferir o desenho já invertido. Uma camada muito fina de guache claro ou de tinta diluída sobre o linóleo torna visível o que já foi cortado e evita cortes repetidos na mesma zona.

  • Bordos biselados e cantos arredondados em toda a volta da chapa.
  • Superfície polida e sem riscos que não façam parte do desenho.
  • Desengorduragem confirmada pelo teste da água em folha.
  • Desenho invertido e verificado ao espelho antes de qualquer corte.
  • Verso protegido com verniz ou fita, se a chapa for ao ácido.

04

O banho não se controla pelo relógio isolado, mas pela relação entre tempo, temperatura e estado da solução.

Verniz, reservas e leitura da mordedura

O verniz duro aplica-se em camada fina e uniforme, com rolo de borracha ou com boneca, sobre a chapa ligeiramente aquecida. Camada a mais e a ponta não chega ao metal; camada a menos e o ácido infiltra-se por baixo, criando um pontilhado involuntário. Quando o verniz está bem estendido, a superfície tem um brilho contínuo, sem estrias nem zonas transparentes.

Depois do desenho aberto, o verso e os bordos recebem uma reserva — verniz, fita adesiva resistente ou película — para que o ácido actue apenas onde interessa. É também na fase de reservas que se protegem as zonas que devem permanecer claras em mordeduras sucessivas.

A mordedura faz-se por etapas. Retira-se a chapa, lava-se, seca-se, cobrem-se as linhas que já atingiram a profundidade desejada e volta-se ao banho: assim se constrói a diferença entre os planos mais próximos e os mais distantes de uma imagem. As bolhas que se formam sobre as linhas devem ser afastadas com uma pena ou um pincel macio, porque travam a acção do banho e deixam interrupções.

Os tempos variam com a temperatura da solução, com o desgaste do banho e com o metal. Por isso vale mais registar do que memorizar: um caderno de oficina com data, metal, solução, temperatura aproximada, minutos e resultado impresso é a única forma fiável de repetir um cinzento que se gostou. Uma chapa de ensaio com uma escala de cinco ou seis tempos, gravada e impressa uma vez por ano, poupa muitas provas perdidas.

Precauções elementares

O trabalho com banhos ácidos exige ventilação real, luvas, protecção ocular e recipientes próprios, nunca metálicos. A solução adiciona-se sempre à água, e não o contrário. Os resíduos não vão para o lava-loiça: guardam-se em recipiente fechado e identificado e entregam-se no ponto de recolha de resíduos químicos do município ou da instituição onde se trabalha. Em Portugal, muitas oficinas partilhadas têm um procedimento próprio afixado junto às tinas — lê-lo antes de começar poupa problemas a toda a gente.

Aplicação de tinta de impressão sobre os rolos de distribuição de um prelo de oficina
A tinta espalha-se até formar uma película fina e mate; só depois passa para a matriz. Imagem editorial de oficina de estampa.

05

Entintar a chapa e decidir quanto retirar

Na calcografia, entintar é encher e depois esvaziar. A tinta é forçada para dentro dos sulcos com um tampão de cartão ou de borracha, em movimentos cruzados, com a chapa morna — o calor torna a tinta mais fluida e ajuda-a a descer. Esta fase não tem pressa: linhas mal cheias não se recuperam na limpeza.

A limpeza faz-se com tarlatana, em três tempos. A primeira tela, mais carregada, retira o excesso em movimentos circulares amplos. A segunda, mais limpa, uniformiza. A terceira, quase seca e amachucada em bola macia, aproxima-se de um afago. No fim, a palma da mão, ligeiramente empoada com giz, dá o último polimento e decide quanto véu de tinta permanece à superfície.

É aqui que duas provas da mesma chapa se tornam diferentes. Uma limpeza profunda dá uma imagem nítida, de brancos francos e linha destacada. Uma limpeza retida deixa uma película que escurece os fundos e aproxima a estampa de um ambiente nocturno. Nenhuma das duas está errada — mas a escolha deve ser consciente e repetida ao longo de toda a tiragem, ou o conjunto perde unidade.

Na gravura em relevo, o gesto é o oposto: a tinta nunca entra na matriz. Estende-se sobre uma placa de vidro ou de acrílico até o rolo produzir um som seco e regular, e passa-se depois sobre o linóleo em várias direcções, com pressão leve. Excesso de tinta arredonda o corte e empasta os detalhes; falta de tinta dá manchas sujas, com falhas irregulares.

  • Aquecer a chapa apenas o suficiente para a tinta correr, nunca até fumegar.
  • Mudar de tarlatana antes de ela começar a devolver tinta à superfície.
  • Limpar os bordos e o bisel com um pano antes de cada passagem.
  • Manter o mesmo critério de limpeza da primeira à última prova.
  • No relevo, ouvir o rolo: som uniforme significa camada uniforme.

06

O papel é a segunda matriz: recebe a tinta, mas também define o relevo e a estabilidade da estampa.

Escolher o papel e dar-lhe a água certa

Para calcografia procura-se papel de fibra longa, sem pasta mecânica, com colagem interna moderada e superfície capaz de descer ao sulco sem quebrar. As gramagens entre 200 e 300 g/m² cobrem a maioria dos casos: abaixo disso o papel deforma-se com a humidade, acima disso torna-se rígido e exige mais pressão. Para relevo, papéis mais finos e macios funcionam bem, incluindo papéis de fibra oriental usados com colher ou baren.

A humidificação é o passo que mais estampas salva e mais estampas estraga. O objectivo é um papel flexível, uniformemente húmido e sem água à superfície. Passar as folhas rapidamente por um tabuleiro, empilhá-las entre folhas de plástico ou de mata-borrão e deixá-las repousar algumas horas dá melhor resultado do que mergulhá-las longamente pouco antes de imprimir.

Como reconhecer o ponto certo

  • A folha dobra-se sobre si sem estalar e volta a abrir sem vinco.
  • A superfície está mate e fria ao toque, mas não brilhante.
  • O papel pousado sobre o vidro não deixa marca de água.
  • Ao levantar, a folha mantém-se firme e não estica como um pano molhado.
  • Antes de entrar no prelo, o excesso é retirado entre dois mata-borrões.

Papel a mais é tão prejudicial como papel a menos: água em excesso dilui a tinta nos bordos do sulco, dá halos e cola a folha à chapa. Papel seco de mais não desce ao fundo da linha e devolve uma imagem pálida, frequentemente com bordos de chapa mal marcados.

07

Um bom sistema de registo é aquele que permite repetir a colocação com os olhos fechados.

Registo quando a estampa tem várias cores

Imprimir a várias cores significa fazer passar a mesma folha sob o cilindro duas, três ou mais vezes, e exige que a matriz e o papel voltem sempre à mesma posição relativa. A solução mais simples continua a ser um gabarito: uma folha de acetato ou de cartolina fixada à platina, com o contorno da chapa desenhado e as marcas dos bordos do papel.

Em relevo, o registo em forma de L — duas réguas finas coladas em ângulo recto, onde o papel encosta pelo canto — resolve a maioria das situações. Para trabalhos com muitas cores, a técnica de matriz reduzida evita o problema de raiz: corta-se, imprime-se, corta-se de novo na mesma placa, imprimindo do tom mais claro para o mais escuro. Tem a particularidade de destruir a matriz no processo, o que obriga a decidir o número de provas antes de começar.

Duas condições práticas fazem mais pela precisão do que qualquer engenho: manter o papel humedecido de modo constante entre passagens — porque o papel encolhe ao secar e nenhuma marca compensa isso — e deixar a cor anterior firmar antes de sobrepor a seguinte.

  • Gabarito fixo à platina, verificado antes de cada nova cor.
  • Marcas de canto no papel feitas a lápis muito leve, fora da mancha.
  • Ordem de cores definida à partida, do claro para o escuro.
  • Pilha de papel mantida entre plásticos durante toda a sessão.
  • Uma prova de ensaio por cada nova cor, antes de avançar para a tiragem.

08

A folha impressa ainda se move durante dias: a secagem é parte da impressão, não o seu fim.

Secar as folhas planas, sob peso

Uma estampa acabada de sair do prelo tem papel húmido e tinta fresca. Se secar ao ar livre, encaracola e fica com ondulação permanente; se for prensada de imediato entre superfícies fechadas, a tinta marca a folha de cima. O equilíbrio consegue-se secando entre cartões absorventes, com peso distribuído e alguma circulação de ar.

A prática mais corrente é intercalar cada estampa entre folhas de mata-borrão, com uma folha de papel de seda ou de silicone do lado impresso quando a camada de tinta é espessa, e cobrir a pilha com uma tábua e um peso uniforme. Nas primeiras vinte e quatro horas convém mudar os mata-borrões pelo menos uma vez, para retirar a humidade que já absorveram.

A tinta de base oleosa não seca por evaporação, mas por oxidação, e isso leva tempo — dias para ficar ao toque, semanas para estabilizar por completo. Guardar demasiado cedo uma tiragem em pilha fechada é uma forma segura de encontrar decalques indesejados mais tarde. A paciência nesta fase é indistinguível de técnica.

  • Estampas intercaladas com mata-borrão limpo e seco.
  • Peso uniforme sobre uma tábua rígida, nunca objectos pontuais.
  • Primeira troca de absorventes ao fim de algumas horas.
  • Local ventilado, sem sol directo nem aquecedores próximos.
  • Verificação ao toque num canto fora da mancha antes de arrumar.

09

Numerar é assumir um compromisso: o que fica escrito a lápis deve corresponder ao que existe.

Numeração, anotações e conservação do conjunto

A numeração escreve-se a lápis de grafite macio, na margem inferior, abaixo da mancha: o número à esquerda, o título ao centro quando existe, a assinatura à direita. A forma 7/30 indica a sétima folha de uma tiragem de trinta. As provas fora de tiragem identificam-se pelas abreviaturas habituais — P.A. para prova de artista, P.E. para prova de estado — e a prova aprovada que serve de referência para toda a edição costuma ser assinalada como prova de cor ou bon à tirer.

A escolha do que entra na tiragem faz-se com a série completa à vista, numa mesa bem iluminada, comparando cada folha com a prova de referência. Manchas irregulares, halos, falhas de registo e decalques eliminam-se antes de numerar, e não depois. Uma edição pequena e coerente diz mais sobre o trabalho do que uma edição longa com metade das folhas hesitantes.

Arrumar para durar

  • Folhas planas, nunca enroladas, em pastas ou gavetas de dimensão adequada.
  • Papel de separação neutro, sem ácido, entre cada estampa.
  • Ambiente estável, com humidade relativa aproximada entre 45 e 55 por cento.
  • Sem luz directa e longe de paredes exteriores sujeitas a condensação.
  • Manuseamento pelos bordos, com mãos limpas e secas ou luvas de algodão.
  • Registo escrito da edição: data, matriz, papel, tinta, número de provas.

A matriz também precisa de destino. Uma chapa de cobre guardada com uma película fina de óleo e envolvida em papel neutro atravessa anos sem oxidar; um linóleo mantém-se melhor deitado, ao abrigo do frio. Quando uma edição é dada por encerrada, há quem risque a matriz com um traço diagonal e imprima uma última prova a documentar esse encerramento.

10

Tudo o que se publica é acessível sem registo, sem subscrição e sem qualquer formulário.

Que tipo de material se publica aqui

Masandi é um projeto editorial de pequena dimensão dedicado às técnicas de gravura e estampa. O que se publica são textos explicativos, listas de verificação de oficina e descrições passo a passo de procedimentos, organizados por tema e escritos em português corrente.

  • Descrição de equipamento e da sua regulação: prelo, cilindros, feltros, tampões e rolos.
  • Comparação entre técnicas de talhe-doce, água-forte, ponta-seca, linogravura e xilogravura.
  • Procedimentos de preparação de matrizes em metal, linóleo e madeira.
  • Notas sobre vernizes, reservas e leitura dos tempos de mordedura.
  • Critérios de entintagem, limpeza e escolha de papel.
  • Métodos de registo para impressão a várias cores.
  • Práticas de secagem, numeração, arrumação e conservação de tiragens.

O material tem carácter informativo e editorial. Não se vendem materiais nem equipamento, não se organizam cursos e não se presta qualquer serviço de impressão. Os textos descrevem práticas correntes de oficina e não substituem formação presencial, sobretudo na parte que envolve produtos químicos.

11

Correio eletrónico é a única via de contacto do projeto.

Contacto e correções

Correções factuais, dúvidas sobre um procedimento descrito ou sugestões de temas relacionados com gravura e estampa podem ser enviadas por correio eletrónico para [email protected]. Se a mensagem apontar um erro concreto num texto publicado, ajuda muito indicar a página e o parágrafo.

O site não tem formulários, não tem área de utilizador e não recolhe dados de quem o visita. Escrever é voluntário e as condições em que as mensagens são tratadas estão descritas na página de privacidade.